Atividade nº 17 da Gincana
Grupo n°1: Lâmpada ecológica feita de garrafa Pet;
Grupo nº 2: Captação da água da chuva;
Grupo nº 3: Fogão solar;
Grupo nº 4: Aquecedor solar

Garrafas pet cheias de água levam luz gratuita e sem impacto ambiental para dentro de casa.
Por Fernanda Morales
A notícia é antiga, mas ainda vale a lembrança nestes tempos bicudos. A falta de energia durante o apagão que atingiu diversos estados do Brasil em 2008, fez com que o mecânico Alfredo Moser, de Uberaba, MG, criasse uma solução barata e sustentável para ter energia em casa: uma garrafa pet se transformou em uma lâmpada.
A lâmpada
A engenhoca de Moser é simples de ser feita e está ajudando milhares de pessoas a economizar energia e também ter luz dentro de casa o dia inteiro. Para produzir a lâmpada basta pegar uma garrafa pet transparente de dois litros, daquelas de refrigerante mesmo, e encher com água e mais duas tampinhas de água sanitária – que serve para evitar que a água fique turva.
Depois de encapar a tampa da garrafa com uma embalagem de filme fotográfico, para que não derreta nem entre água, a garrafa deve ser encaixada no telhado da residência, com sua boca exposta ao sol – sem descuidar da vedação para evitar goteiras.
A intensidade da luz produzida pelas lâmpadas de garrafa é equivalente à de uma lâmpada incandescente de 40 a 50 watts de potência. E quem aderiu à invenção de Alfredo Moser não tem do que reclamar: as lâmpadas não dão manutenção e ainda ajudam a economizar energia.
Um vídeo com a reportagem do programa globo Repórter na época mostra como as lâmpadas são feitas e o quanto elas beneficiam os moradores de regiões mais carentes. O vídeo pode ser conferido no YouTube pelo atalho youtu.be/_zMAWztZ6TI.
Repercussão
Só o fato de a solução ser barata, limpa e eficiente para comunidades carentes já é motivo de estarmos re-divulgando a notícia antiga. Mas o fato é que a idéia do Seu Alfredo rodou o mundo. O vídeo do Globo Repórter foi parar em diversos blogs e sites ao redor do planeta, de 2008 para cá. Foi base para uma matéria da CNN ainda em 2008 (youtu.be/jlNi7p545WI) e, domingo passado, já em 2011, recebeu atenção do site BoingBoing.
Baseado na invenção do mineiro, a empresa brasileira de energia Ampla (ampla.com), do estado do Rio de Janeiro, está instalando em seus clientes de baixa renda, juntamente com o fornecimento de energia elétrica, as garrafas no telhado, para que os assinantes economizem energia – segundo a empresa, a economia chega a 30% no fim do mês. Um vídeo institucional da empresa descrevendo o programa pode ser visto pelo atalho youtu.be/mZrVlV-5TdQ.
E a ideia ainda é sucesso em outros cantos do mundo – embora nem sempre sem o devido crédito. O filipino Illac Diaz, um ativista que iniciou diversos projetos sociais e ecológicos, criou o Isang Litron Gliwanag (Um Litro de luz –isanglitrongliwanag.org), que recruta jovens no mundo todo para construir e instalar o dispositivo de luz com garrafasPET em cidades carentes de seu país. No site há inúmeros vídeos das cidades atendidas – e uma explicação de que a tecnologia teria vindo do MIT…
Lâmpadas ecológicas feitas com garrafas plásticas iluminam o mundo
Já mostramos aqui na sessão Earthkeepers do blog várias formas para deixar sua casa mais sustentável eeconomizar água, energia e outros recursos naturais preciosos. Também falamos muito sobre reciclagem de materiais como as garrafas PET, e ficamos fascinados ao descobrir a história de um brasileiro que inventoulâmpadas ecológicas, uma forma simples, gratuita e extremamente eficaz de iluminar lugares fechados usando apenas garrafas plásticas, e precisamos compartilhar com vocês!
Nas últimas semanas, uma reportagem da rede britânica BBC foi muito compartilhada nas redes sociais. A matéria contava a história da invenção do mecânico brasileiro Alfredo Moser, morador da cidade mineira de Uberaba, que descobriu uma alternativa para iluminar sua casa em 2002, ano em que o Brasil enfrentava uma crise energética que gerou apagões e racionamentos de energia elétrica. Ele e seus colegas de trabalho começaram a imaginar como fazer um sistema de alarme em caso de emergência se não houvesse energia e eles não tivessem fósforos. Seu chefe sugeriu utilizar uma garrafa de plástico cheia d’água para refletir a luz do sol e provocar fogo em um monte de mato seco.
A ideia original não deu muito certo, mas Moser percebeu que se fizesse um buraco no teto de um ambiente fechado e encaixasse lá a garrafa com água, ela refrataria a luz do sol do lado de fora e iluminaria o ambiente. Moser conta que o segredo é usar garrafas transparentes bem limpas, e adicionar cloro à água para mantê-la cristalina e sem a formação de algas. Para evitar vazamentos, ele prende as garrafas no teto com cola de resina para manter bem vedado. Em dias de sol intenso, a luz das “lâmpadas de Moser”, que não gastam energia elétrica e não deixam nenhuma “pegada” de CO2 na atmosfera, pode ser equivalente à luz gerada por uma lâmpada de 60 watts.
Lâmpada de Moser ilumina casa em favela nas Filipinas – Fonte
A invenção mecânico mineiro foi adotada em grande escala em países subdesenvolvidos, principalmente em áreas rurais onde o acesso à energia elétrica é ainda escasso e caro. Nas Filipinas, a ONG MyShelter, que constrói casas feitas com materiais reciclados para famílias de baixa renda, instalou as lâmpadas de garrafa PET em mais de 140 mil casas. As lâmpadas ecológicas também são ótimas para serem usadas em pequenas hortas hidropônicas.
Moser não ganhou nenhum dinheiro com a sua invenção, mas se orgulha de ter ajudado muita gente a iluminar sua casa. Incrível a história deste inventor, não? Que outras soluções simples e criativas para economizar recursos naturais em casa você conhece?
https://youtu.be/5tkGFTwkZqk
FOGÃO SOLAR
Características e vantagens:
• Uso de energia limpa, não poluente.
• Baixo custo de fabricação do fogão, pois são é feito com materiais
reutilizados.
• Fácil fabricação.
• Depois de pronto, custo zero no cozimento de alimentos.
•A comida não queima! A temperatura dentro do fogão pode alcançar
cerca de 100º C.
• Deve ser colocado em um local com insolação direta.
FOGÃO SOLAR
COMO FAZER
PASSO A PASSO
Materiais
necessários:
• Duas caixas de
papelão (será
necessário colocar
uma dentro da outra
com uma folga de
cerca de 2cm)
• Um pedaço de
papelão um pouco
maior do que a caixa
grande (para fazer a
tampa)
• Um pedaço de vidro
do tamanho da caixa
menor ou um pouco
maior desde que não
ultrapasse a área da
caixa grande (usamos
o vidro do nosso fogão a
gás – uma ótima
utilidade para ele!)
• Um pedaço de
metal do tamanho da
caixa menor (ele será
colocado dentro dela)
Materiais
necessários:
• Cola branca
• Régua e esquadro
• Lápis
• Estilete
• Tesoura
• Fita adesiva
• Papel de alumínio
• Papel pardo ou
papel rascunho
• Algum material
isolante (isopor
reaproveitado,
espuma, papelão ou
outro)
• 2 parafusos com
rosca, porca ou
borboleta
• Um pedaço de
arame
Comece cortando as abas de cima da caixa maior.
Em seguida, passe cola nas abas da parte de baixo da caixa, para que ela tenha mais
firmeza.
O próximo passo é marcar com lápis o contorno da caixa menor no fundo da caixa
maior e colar papel de alumínio em todas as laterais e no fundo. Ele servirá para refletir
o calor e aumentar a eficiência do fogão.
Para que a caixa de dentro fique firme e centralizada, faça, com papelão dobrado e
colado no fundo, quadro suportes como mostrado na foto acima.
Para aumentar o isolamento térmico, coloque isopor ou outro material isolante em toda
área que ficará em contato com a caixa interna.
Reserve a caixa grande e comece a trabalhar com a caixa menor. Como a caixa que
conseguimos era pequena, levantamos as abas da parte superior e as colamos com
papel pardo e fita crepe, a fim de aumentar a sua altura. Passe cola em toda área
interna da caixa.
Em seguida, cole papel de alumínio de modo a cobrir todo do fundo e as laterais da
caixa interna. Isso aumentará a superfície de reflexão e a eficiência térmica do fogão.
Agora as duas caixas estão prontas.
Para concluir a parte interna do seu
fogão solar, pinte a chapa metálica de
preto. Coloque a caixa menor dentro da
maior e a chapa metálica no fundo da
caixa interna.
Para um acabamento melhor, você
pode optar, como nós, por fazer uma
borda com papelão ou papel cartão e
colocar por cima das caixas, como
mostrado na foto.
O próximo passo é fazer a tampa do fogão. Marque o contorno do fundo da caixa maior
em um pedaço de papelão. Em seguida, deixe uma sobra de 5 cm de cada lado para
fazer a dobra da tampa. Corte o papelão.
Use um objeto reto para apoiar e dobre as laterais do papelão para dar forma à tampa.
Note que deve ser feito um pequeno corte nas extremidades para a colagem.
Depois de dobrar, cole as pontas para fechar a caixa, como na foto. Use um clips ou
similar para fazer pressão enquanto a cola seca.
Centralize o vidro em cima da tampa, na área correspondente à caixa interna, marque
as bordas com lápis e depois faça um traço dois centímetros para dentro para apoio do
vidro.
Corte a caixa para fazer a abertura com
espaço necessário para apoio do vidro. Cole
o vidro na tampa com cola branca.
Estamos quase nos finalmente, mas ainda falta o refletor. Para prepará-lo, corte um
pedaço de papelão do tamanho da tampa, deixando duas abas com suporte para
prender na tampa. Cole papel de alumínio em uma das faces. Prenda o refletor na
tampa fazendo um furo e utilizando um parafuso de rosca com uma porca ou uma
borboleta.
Pronto! Agora é só aproveitar um dia de sol radiante para preparar seu almoço. Quer
uma receitinha? Lá vai...
Arroz solar com lentilha germinada
Rendimento 4 porções
Ingredientes
1 xícara de lentilha em grão
1 xícara de arroz integral 1 cebola média
Sal
Semente de girassol e azeite (opcional)
Como fazer
Para fazer os brotos de lentilha:
Primeiro, lavamos bem a lentilha e deixamos de molho por 24 horas, trocando a água umas duas ou três vezes.
Depois, escorremos a água e deixamos germinar em temperatura ambiente por cerca de três dias. Para
germinar, a lentilha precisa ficar sempre úmida e protegida da luz (pode-se cobri-la com um pano de prato). Duas
a três vezes por dia damos uma boa lavada na lentilha, para retirar as toxinas que vão sendo liberadas.
Para preparar o arroz:
Com a lentilha pronta, o resto é fácil. Umas seis horas antes deixamos o arroz integral de molho.
Passado esse tempo, coloque o arroz em uma panela que caiba na caixa interna do fogão. Acrescente sal a
gosto, cebola cortada em cubinhos ou desidratada e água até cobrir um dedo acima do nível do arroz. Coloque a
panela dentro do fogão solar que deve estar posicionado em um lugar com incidência direta de luz do sol. Deixe
cozinhando de 1 a 2 horas. Depois de 60 minutos, abra a tampa do fogão e verifique o ponto do arroz. Quando
estiver quase pronto, acrescente os brotos de lentilha. Deixe mais cerca de 20 minutos e já está no ponto para
ser servido. Na hora de ir para a mesa, ponha um pouco de azeite e semente de girassol e decore com
manjericão e tomate.
Essa receita foi adaptada para uso no fogão solar a partir das orientação do site
www.dahoraculinaria.blogspot.com O blog é ótimo e tem receitas saudáveis e deliciosas
FOGÃO SOLAR 1
Um fogão solar utiliza a energia do Sol para cozinhar alimentos. Uma parte essencial de todas as panelas solares é o refletor. Trata-se de uma superfície brilhante que reflita e concentre a energia do Sol. Existem vários formatos possíveis, mas a maioria utiliza o formato de tigela.
Este fogão solar, projetada por um aluno da SMK King George V, em Seremban, Malásia, utiliza 12 painéis em forma de trapézio. Os painéis são feitos de placas de policarbonato cobertas por um filme plástico aluminizado. As partes são unidas com dobradiças de fita adesiva flexíveis. O fundo é um pedaço redondo de policarbonato coberto com folha de alumínio.
No centro da panela solar temos um recipiente com o alimento que desejamos cozinhar. O recipiente está dentro de uma caixa de vidro. Isso aprisiona o calor e mantém o alimento a uma temperatura mais alta do que seria se não usássemos a caixa.
O recipiente metálico de cozimento é preto, para absorver mais energia do Sol. A caixa é feita com cinco pedaços quadrados de vidro unidos por cola de silicone.
Hafiz construiu uma versão da panela solar em um workshop na Malásia, em maio de 2008. Ela tinha 10 painéis, no lugar de 12, e usava um saco plástico em vez de uma caixa de vidro para envolver o recipiente de cozimento. A temperatura no recipiente chegou a 86°C.
Veja como outros alunos SEED construíram suas panelas solares, e depois tente você mesmo.








Detalhe do corte a ser dado em cada ponta do pedaço mais longo dos cabos de vassoura. É aconselhável furar antes de usar pregos e parafusos. O uso de cola ou de um prego ao lado do parafuso evita que a outra peça gire livremente. Essa fixação extra é importante na hora de esticar os barbantes de apoio da sobretampa e na hora de pregar o plástico na moldura.














Construa o seu.
Material para fazer o forno solar (um forno ou mais, quando indicado):
1 – Material de reciclagem:
– Caixas de papelão grandes
– Jornais velhos ou lã de vidro ou algodão grosso ou palha
– Sacolas plásticas (tipo supermercado) – Dois cabos de vassoura, de madeira
– Tira de borracha de câmara de ar
– Chapa de metal (folha de flandres, folha de zinco, bandeja ou tampa de ferro, etc)
– Jornais velhos ou lã de vidro ou algodão grosso ou palha
– Sacolas plásticas (tipo supermercado) – Dois cabos de vassoura, de madeira
– Tira de borracha de câmara de ar
– Chapa de metal (folha de flandres, folha de zinco, bandeja ou tampa de ferro, etc)
2 – Material comprado:
– Cola plástica branca
– Rolo de papel de alumínio (largura maior ou menor)
– Pregos finos de 3 centímetros
– Dois metros de plástico transparente (incolor) de 0,15 ou 0,20 de espessura ou mais grosso
– 3 metros de fio de nylon médio
– Uma lata de tinta preta fosca em aerosol (de preferência do tipo para alta temperatura) – Dá para mais de um forno
– Um litro de tinta látex de parede, qualquer cor (opcional) – mais de um forno
– Uma caixa de tachinhas de sapateiro, nº 11 ou nº 2 – mais de um forno
– Uma folha de lixa para madeira nº 80 – mais de um forno
– Uma folha de lixa para metal nº 220 ou mais fina – mais de um forno
– Duas panelas de alumínio com tampa (de preferência baixas e de grande diâmetro)
– Rolo de papel de alumínio (largura maior ou menor)
– Pregos finos de 3 centímetros
– Dois metros de plástico transparente (incolor) de 0,15 ou 0,20 de espessura ou mais grosso
– 3 metros de fio de nylon médio
– Uma lata de tinta preta fosca em aerosol (de preferência do tipo para alta temperatura) – Dá para mais de um forno
– Um litro de tinta látex de parede, qualquer cor (opcional) – mais de um forno
– Uma caixa de tachinhas de sapateiro, nº 11 ou nº 2 – mais de um forno
– Uma folha de lixa para madeira nº 80 – mais de um forno
– Uma folha de lixa para metal nº 220 ou mais fina – mais de um forno
– Duas panelas de alumínio com tampa (de preferência baixas e de grande diâmetro)
3 – Ferramentas para a oficina:
– Lápis ou caneta
– Régua
– Estilete
– Tesoura grande
– Tesoura para metal em folha
– Martelo
– Serrote
– Alicate
– Furadeira com broca fina
– Pincel chato médio ou rolo pequeno
– Régua
– Estilete
– Tesoura grande
– Tesoura para metal em folha
– Martelo
– Serrote
– Alicate
– Furadeira com broca fina
– Pincel chato médio ou rolo pequeno
FORNO SOLAR DE TAMANHO TÍPICO

Figura 1
As caixas podem ser maiores e o espaço entre a caixa menor e a maior pode variar para um pouco mais ou um pouco menos e não precisa ser igual nos 4 lados. A caixa maior também pode ser mais funda, mas a caixa menor não deve ultrapassar 20 cm de fundura para não aumentar a sombra projetada sobre as panelas quando o sol está mais baixo no céu.
Em qualquer dimensão, o forno solar pode funcionar. Mas em geral, os fornos maiores aquecem mais por terem uma área maior de captação da luz solar. É mais conveniente também por abrigar maior número de panelas. (O limite prático para o tamanho do forno é o peso e o volume que podem causar dificuldades de locomoção).
PREPARANDO A CAIXA MENOR

Figura 2
1 – Começar colando no fundo da caixa todas as abas descoladas. Espalhar a cola com pincel ou espátula (ou um pedaço de papelão dobrado). Usar pesos – tijolos, livros, etc – até a cola fixar.
2 – Marcar a caixa nos 4 lados, por dentro e por fora, com uma linha pontilhada 20 cm acima do fundo.
3 – Cortar, com faca serrilhada ou estilete, os 4 cantos da caixa até a linha pontilhada.
4 – Depois de cortar, fazer vincos sobre as linhas pontilhas usando régua e uma colher. Isso facilita as dobraduras.

Figura 3 - Passar a ponta da colher fazendo pressão ao longo da linha pontilhada.
5 – Depois de criar os vincos sobre as linhas pontilhadas, dobrar para o lado de fora da caixa todas as abas, colando nos 4 lados. Depois de espalhar a cola com uma espátula, um pincel ou um pedacinho de papelão, fixar as partes a serem coladas, aplicando um peso (livros ou tijolos, por exemplo), até a cola segurar. Usar cola branca (cola plástica) ou cola caseira feita com goma ou farinha de trigo.

Figura 4
6 – Se ainda sobrarem pedaços das abas, criar vincos, dobrar e colar no fundo da caixa.

Figura 5
FORRANDO A CAIXA MENOR COM PAPEL ALUMÍNIO

Figura 6
1 – Aplicar cola nos 2 lados de cada canto interno da caixa. Aplicar também na base do canto.
2 – Cortar 4 faixas de papel alumínio de mais ou menos 8 cm de largura, por 25 cm de comprimento. Dobrar ao meio com uma régua e aplicar sobre cada canto com a parte fosca do alumínio em contato com a cola.
3 – Cortar no canto da faixa de alumínio. Dobrar e colar nos lados de fora da caixa.
4 – Com os 4 cantos já forrados, espalhar cola no fundo e nas paredes laterais internas da caixa colando, em seguida, o papel alumínio. Aplicar o papel alumínio com a parte mais fosca para baixo, sobre a cola, e a parte mais brilhante para cima.
5 – Passar sobre o alumínio um pano seco para reduzir as rugas e as bolhas de ar, melhorando, ao mesmo tempo, a aderência da cola.

Figura 7
6 – O papel alumínio deve ser dobrado sobre as bordas da caixa e colado também nas laterais externas da caixa, pelo menos até a metade.
FAZENDO A CHAPA COLETORA QUE VAI NO FUNDO DA CAIXA MENOR
No fundo da caixa menor, vai a chapa metálica pintada de preto fosco sobre a qual colocam-se as panelas. Essa chapa coletora absorve a luz do sol transformando-a em calor.

Figura 8
Essa chapa não deve encostar diretamente no fundo da caixa para não transmitir parte do seu calor para o fundo. Para garantir o isolamento térmico entre a chapa e o fundo, pregar embaixo, no sentido do comprimento, 3 pedaços de cabos de vassoura fixados por pregos que atravessam a chapa de cima para baixo, através de pequenos furos. No caso de uma chapa de metal mais fina, os cabos de vassoura ajudam a manter a chapa mais plana e mais resistente.
PREPARANDO A CAIXA MAIOR

1 – Comece colando no fundo todas as abas que estejam descoladas, use um peso (tijolos ou livros) até fixar.
2 – Marcar a caixa nos 4 lados, por dentro e por fora, com uma linha pontilhada, 28 cm acima do fundo.
3 – Cortar nos 4 cantos até a altura da linha pontilhada.
4 – Depois de fazer vincos sobre as linhas pontilhadas, usando uma régua e uma colher, dobrar as abas para dentro formando uma tampa sobre a caixa.
5 – Colocar a caixa menor, já forrada de alumínio, centralizada sobre a tampa da caixa maior.

5 – Colocar a caixa menor, já forrada de alumínio, centralizada sobre a tampa da caixa maior.
6 – Marcar o contorno fazendo uma linha pontilhada com lápis ou caneta. Fazer isso sobre todas as abas de papelão que cobrem a caixa.
7 – Fazer vincos sobre as linhas pontilhadas com uma régua e uma colher e em seguida dobrar para dentro da caixa cortando os excessos – as abas dobradas para dentro não devem ser maiores do que a profundidade da caixa menor, isto é 20 centímetros.
Dica: para fazer os vincos com maior facilidade, emborcar a caixa com a boca para baixo sobre uma mesa, com as abas abertas para os 4 lados.
8 – Duas das abas, em lados opostos, devem ser cortadas nas laterais para permitir o fechamento das 4 abas. Ao fechar as abas, fechar primeiro as internas e depois as cortadas.

9 – A caixa maior deve ainda ser pintada para tornar o papelão impermeável, aumentando assim sua vida útil. Pode-se também decorar a caixa fazendo desenhos ou colando figuras sobre as laterais pintadas. Nesse caso, é bom aplicar um verniz transparente ou uma solução fina de cola branca para impermeabilizar as figuras.
Preparando o isolamento térmico da caixa maior
Embora isso não seja fundamental, é desejável forrar com papel alumínio todo o interior da caixa maior. Sua função é refletir de volta para dentro da caixa algum calor que tenha atravessado o isolamento.

O espaço entre as caixas pode ser preenchido com uma variedade de materiais leves tais como: jornal velho rasgado em tiras, lã de vidro, palha, folhas secas, lã, algodão grosso, penas, enchimento de travesseiros, folhas de papelão, retalhos de pano, etc. Isopor e espuma de borracha não são adequados por exalarem odores desagradáveis ou gases tóxicos quando aquecidos.
No fundo da caixa maior, é mais simples fazer o isolamento com folhas de papelão de embalagens, empilhadas até a altura de 8 ou 10 centímetros.
Para o enchimento das paredes laterais, não importando o material isolante escolhido, o ideal é encher sacolas de plástico dos supermercados. Dessa maneira, é possível arrumar o enchimento das paredes verticais, sem que o material caia para o fundo da caixa.
FAZENDO A TAMPA DO FORNO SOLAR
A tampa é feita com 4 pedaços de cabos de vassoura aparafusados e pregados nos 4 cantos. O uso de cola branca além do parafuso pode tornar desnecessário o uso de pregos.

Detalhe do corte a ser dado em cada ponta do pedaço mais longo dos cabos de vassoura. É aconselhável furar antes de usar pregos e parafusos. O uso de cola ou de um prego ao lado do parafuso evita que a outra peça gire livremente. Essa fixação extra é importante na hora de esticar os barbantes de apoio da sobretampa e na hora de pregar o plástico na moldura.
Esticar o plástico transparente por baixo da moldura de cabos de vassoura, dobrando e pregando por cima com tachinhas de sapateiro, grampos de pistola ou grampeador de papel.
FAZENDO A SOBRETAMPA DE PLÁSTICO TRANSPARENTE
Com a tampa colocada sobre as paredes da caixa grande, tomam-se as medidas para cortar o plástico da sobretampa. Usar fita métrica ou trena.


Usando a sobretampa

A sobretampa de plástico transparente deve cobrir a tampa e descer pelos 4 lados da caixa maior até sua base, onde é fixada por elástico, barbante, corda ou uma liga de borracha cortada de uma câmera de ar de pneu.
A função da sobretampa é vedar a saída de calor garantindo a mais alta temperatura no forno solar, através da manutenção de um colchão de ar entre os dois plásticos – da tampa e da sobretampa – criando assim um isolamento térmico e maior rendimento.
CORTE ESQUEMÁTICO DO FORNO SOLAR

1 – Sobretampa de plástico transparente descendo sobre os 4 lados da caixa grande preso perto da base com uma liga de borracha de câmera de ar ou elástico.
2 – Espaço de ar criando isolamento térmico entre a tampa, pregada embaixo da moldura de cabos de vassoura e a sobretampa esticada por cima.
3 – Tampa de plástico transparente esticado por baixo de uma moldura de cabos de vassouras.
4 – Panela preta com tampa de encaixe para reduzir a perda de vapor.
5 – Cabos de vassoura criando apoios para a chapa coletora, isolando-a do contato com o fundo da caixa.
6 – Chapa preta de metal – coletora de luz que transforma a luz do sol em calor.
7 – Sacos plásticos contendo tiras de papel jornal amassadas, criando um isolamento térmico entre as paredes da caixa menor e as da caixa maior.
8 – Pedaços de papelão empilhados no fundo da caixa maior criando o isolamento térmico na base do forno.
9 – Liga de borracha de câmera de ar prendendo a sobretampa de plástico transparente.
2 – Espaço de ar criando isolamento térmico entre a tampa, pregada embaixo da moldura de cabos de vassoura e a sobretampa esticada por cima.
3 – Tampa de plástico transparente esticado por baixo de uma moldura de cabos de vassouras.
4 – Panela preta com tampa de encaixe para reduzir a perda de vapor.
5 – Cabos de vassoura criando apoios para a chapa coletora, isolando-a do contato com o fundo da caixa.
6 – Chapa preta de metal – coletora de luz que transforma a luz do sol em calor.
7 – Sacos plásticos contendo tiras de papel jornal amassadas, criando um isolamento térmico entre as paredes da caixa menor e as da caixa maior.
8 – Pedaços de papelão empilhados no fundo da caixa maior criando o isolamento térmico na base do forno.
9 – Liga de borracha de câmera de ar prendendo a sobretampa de plástico transparente.


Como fazer um aquecedor solar caseiro
Como fazer um
aquecedor solar caseiro?
Em uma sociedade cada vez mais
dependente de energia elétrica, saber fazer um aquecedor solar caseiro pode
fazer total diferença no que diz respeito à geração de energia limpa. Descubra, a seguir, como é possível ter uma
alternativa sustentável para aquecer a água do chuveiro e da pia.
Imagem: Reciclagem em Itacaré-Bahia-BrasilEste aquecedor solar é feito com 90% de materiais
reciclados.
Aquecedor solar caseiro com garrafas PET
Sim, é possível reutilizar garrafas PET para
fazer um aquecedor solar caseiro com elas! Você precisará de:
·
50 a 60 garrafas PET transparentes,
de dois litros;
·
50 embalagens vazias de longa vida,
de um litro;
·
11 metros de canos tipo PVC de 20 mm
e ½ polegada;
·
20 conexões em T, em PVC, de 20 mm e
½ polegada;
·
Fita de autofusão (uma unidade) ou
borracha de câmara de ar;
·
Tinta fosca preta;
·
Luva, estilete, arco de serra e
martelo de borracha;
·
Um cano de PVC de 100 mm e
comprimento de 70 centímetros (será utilizado para molde de corte das garrafas
PET);
·
Lixa d’água (número 100) e cola para
tubos de PVC;
·
Tábua de madeira (mínimo de 120 mm);
·
Pregos (mínimo de 5);
·
Ripa com 15 centímetros de
comprimento;
·
Fita crepe – largura 19 mm;
·
Quatro conexões tipo L (luvas) de
PVC: 20 mm e ½ polegada;
·
Tampões (duas unidades) de PVC de20
mm e ½ polegada.
Como fazer um aquecedor solar caseiro?
O primeiro passo é cortar o cano de
PVC em pedaços de 30 cm e, em seguida, realizar um corte vertical bem no meio
do material. Esta parte será utilizada como molde para o encaixe das garrafas
(já coloque as garrafas dentro do tubo, cortando o fundo com as mesmas
medidas). Na sequência, pegue as embalagens longa vida e abra todas elas
completamente, fazendo cortes nas diagonais das caixas (pontas). Depois,
coloque as caixas dentro da garrafa.
É importante que as embalagens
estejam pintadas de preto, com tinta fosca. Em seguida, corte os tubos de PVC
para que fiquem com 100 cm cada. Não se esqueça de lixar bem as pontas e isolar
as extremidades com fita crepe. Assim como as embalagens longa vida, pinte os
tubos de preto.
No barramento superior, é preciso
utilizar cinco tubos T e outros cinco tubos de 20 mm, estes últimos cortados em
8,5 cm. O próximo passo é colar um tubo T a um tubo normal, de maneira
intercalada. No barramento inferior, é preciso repetir todo o processo sem
utilizar a cola de PVC. Use o martelo de borracha para encaixar os tubos com
precisão.
Separe e coloque cinco garrafas (uma
dentro da outra) nos tubos pintados de preto. Neste ponto, verifique mais de
uma vez se o encaixe está perfeito e retire a fita crepe das extremidades. A
seguir, é preciso conectar os canos no barramento superior e inserir as PETs
(forradas com embalagem longa vida com a parte pintada para cima) até que
complete cinco unidades. Verifique novamente se tudo está bem encaixado e, se
sim, vede o bocal da garrafa utilizando a fita de autofusão.
Instalando o aquecedor solar caseiro no telhado
Após realizar todos os procedimentos,
leve o aquecedor solar caseiro que acabou de construir para o telhado da casa.
Posicione o dispositivo em local sem obstrução de árvores, prédios ou outras
casas e o conecte à caixa d’água. Para tal, será preciso fazer algumas
modificações para inserir os tubos do aquecedor solar caseiro, do retorno da
água já quente e também do misturador. Uma boa dica para não correr riscos é
conversar com profissionais experientes neste tipo de trabalho.
Benefícios do aquecedor solar caseiro
Além de garantir conforto para a
família, o aquecedor solar caseiro é uma forma de produzir energia limpa mais
limpa que a gerada por grande parte do sistema de energia do país — que,
em geral, trabalha apenas com hidrelétricas. O aquecedor solar caseiro é
instalado na própria residência, ou seja, não é preciso alterar qualquer
ecossistema para captação de água e sua transformação em energia.
Outro ponto positivo é a utilização
de materiais recicláveis, como garrafas PET e embalagens longa vida. Isso reduz
consideravelmente a quantidade de lixo descartado na natureza.
Aquecedor Solar Caseiro feito com Geladeira velha
Sua Geladeira velha pode virar um aquecedor solar de água sem gastar muito, a necessidade acaba tornando pessoas comuns em verdadeiros inventores, que criam maquinas maravilhosas mostrando sua engenhosidade e soluções simples para problemas complexos.
Nesse caso, foi usado as grades do radiador de uma geladeira velha para se desenvolver uma sistema de água com aquecimento solar, de baixissimo custo, outros componentes necessários para o aquecedor de são: alguns folha de alumínio,essas de uso domiciliar para acondicionar alimentos, fita adesiva comum, cola, madeira, vidro, mangueiras, etc.
Uma vez construido o aquecedor de água pode ser colocada ao sol para um banho relaxante com água quente, sem pagar nem um centavo de energia elétrica.
Veja como construir esse aquecedor solar, no blog Green Optimistic
Elaine Maria
Costa | 27 de maio de 2010 | 62 Comments
A melhor época para providenciar um sistema de captação de água de
chuva é antes das chuvas fortes. Por isso, nestes meses em que muitos
estados brasileiros passam por um período mais seco (como São Paulo, onde
moro), é um bom momento tanto para corrigir problemas com os
telhados, como para planejar e instalar um sistema de captação de água das
chuvas.
A captação de água das chuvas, realizada tanto por empresas e
residências, não impacta apenas no orçamento. Com a impermeabilização das
grandes cidades (São Paulo conta com um índice de impermeabilização de 45%), enchentes são
assunto comum durante a estação chuvosa. Por isso, jardins, canteiros, telhados
e fachadas “verdes” e captação de águas são ações importantes que cada um pode
realizar para minimizar os impactos do crescimento desordenado das
cidades.
Modelo de cisterna em tambor – baseado
no modelo de mini cisterna da Sociedade do Sol
Elaborada pela Sociedade do Sol, a Minicisterna para Residência
Urbana é um projeto versátil e de fácil execução, mas não menos
eficiente. De fato, esse modelo apresenta tudo o que uma cisterna precisa, só
que em escala para um tambor de 200 litros. Veja o desenho abaixo:
1- entrada da água de chuva na Minicisterna; 2- TÊ que direciona
a água para o tubo redutor de turbulência e o excesso para o ladrão; 3-
freio redutor de turbulência; 4- pequeno orifício para escorrer toda a
água de dentro do redutor de turbulência, para quando esvaziar a Minicisterna;
5- pequena barreira para forçar com que o fluxo de água passe pela Minicisterna
pelo item 3, para depois sair pelo ladrão através do item 6; 6- saída
do excesso da água de chuva para o ladrão (extravasor), levando junto as
sujeiras que ficam na superfície da água; 7- ladrão ou saída para mais uma
bombona ou cisterna; 8- torneira para usar a água da Minicisterna;
9- válvula de retenção (válvula de pé ou válvula de poço); 10- saída
para conectar a uma bomba de água para retirar a água da Minicisterna.; 11-
válvula de tanque (ralinho) com registro para eliminar toda a água de dentro da
Minicisterna; 12- mangueira (externa) para visualizar o nível da água
(medidor volumétrico) de dentro da Minicisterna; 13- indicador do nível da
água – bolinha flutuante preta; 14- abertura com tampa para colocar o
clorador dentro da Minicisterna; 15- cordinha para prender o clorador na
tampa (fio de PET); 16- clorador submerso (pequeno pote com alguns
furinhos). Fonte:Sociedade do Sol
A vantagem desse modelo é que podemos adaptar segundo o espaço disponível e o tipo de uso destinado à água. Aqui em casa optamos por dois tambores de cerca de 220 litros. Um capta água exclusivamente para lavagem do quintal e o outro capta água para as plantas. Veja abaixo o tambor de água das plantas:
A vantagem desse modelo é que podemos adaptar segundo o espaço disponível e o tipo de uso destinado à água. Aqui em casa optamos por dois tambores de cerca de 220 litros. Um capta água exclusivamente para lavagem do quintal e o outro capta água para as plantas. Veja abaixo o tambor de água das plantas:
O sistema é bem simples: a água que desce da calha passa pelo rufo,
passa pelo filtro de folhas e pedras, enche o dispositivo para separação da
primeira água e depois vai para o tambor.
Filtro e recipiente para chuvas fracas
Para o filtro, fiz um furo no rufo com um kit corta-copo
(furadeira) e fixei um pedaço de tela mosquiteiro no mesmo, usando
Durepoxi. Repare que deixei uma queda dentro do furo, de forma a facilitar a
saída das folhas.
Fiz o recipiente para águas fracas no mesmo
rufo. Na ponta do mesmo, fixei a parte superior de uma garrafa de
amaciante com Durepoxi e vedei com cola
siliconada. Assim, quando esse espaço fica cheio (em chuvas médias e
fortes) é que a água passa para o tambor.
O modelo de filtro da Sociedade do Sol é
um pouco mais sofisticado, embora o trabalho compense pela estética da
peça. O modelo de separador de águas, que é muito
semelhante ao do livro Soluções Sustestáveis – Uso da Áqua na Permacultura,
é o seguinte:
Com o compartimento cheio uma bolinha faz a
vedação, mantendo a sugeira fora do tambor.
Depois do filtro e do separador, entra a torneira, que precisa ser
posicionada um pouco acima da base do tambor para evitar os detritos no fundo
do tambor. Nessa instalação pode-se usar um flange (de acordo com o tipo
do tambor) ou fixar a torneira diretamente no tambor. Essa foi a opção que fiz,
fixando a torneira com Durepoxi.
Por último, é preciso instalar um ladrão no tambor para dar vazão á agua
excedente. Para isso, fiz um furo com o kit corta-copo no tambor e
instalei uma curva. Cabe ressaltar que, caso o cano passasse de um lado a outro
do tambor (modelo da Sociedade do Sol), a curva ficaria na ponta do
cano.
Um outro item importante, que devo instalar em breve,
é o compartimento para colocar cloro de origem orgânica, de forma a
evitar proliferação de bactérias e outros microorganismos.
Por fim, considerei os demais itens do modelo de Minicisterna da
Sociedade do Sol desnecessários para o que precisamos em casa, mas
você deve avaliar conforme a sua necessidade. Para ajudar, relacionei abaixo
quatro perguntas básicas que precisam ser feitas antes da instalação
do seu sistema:
1. Quais os
usos que serão dados para essa água?
2. Onde ficará o
recipiente para a captação da água? O espaço que tenho fica próximo ao local em
que farei uso da água? Caso negativo, como farei para a água chegar no local? –
essas são questões importantes pois você pode captar a água mas, em função
da dificuldade para usá-la, vai acabar desistindo no sistema.
3. Conheço o uso e o
local disponível. Como farei para instalar o tambor? – é preciso avaliar as
modificações necessárias caso-a-caso.
4. De quais materiais
e equipamentos precisarei? – ter todos os itens a mão é fundamental para não
deixar o projeto pela metade. Veja a lista de materiais sugeridos aqui.
Somado ao nosso cantinho Zen, o sistema de captação
de águas se tornou a atração da casa. Vários vizinhos já vieram elogiar e pedir
algumas dicas para montar o sistema em casa. Agora só falta todo mundo
instalar um jardim de chuva, mas essa dica fica para um próximo
artigo.
Sobre: Elaine Maria
Costa é Administradora, especialista em Administração Industrial, Coach
certificada pelo Instituto Brasileiro de Coach - IBC e tem formação em Desing
em Permacultura pelo IPEMA. Trabalha mais de oito anos com Gestão de Pessoas,
Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde
e Segurança. Faz compostagem doméstica a mais de cinco anos. Atualmente é
moradora de Embu das Artes - SP.
Engenheiro cria sistema caseiro de captação de água
da chuva e recebe da Sabesp conta zerada
Boa parte do Brasil está sofrendo com as consequências da crise hídrica. A cada dia surgem mais notícias sobre a dificuldade que diversas cidades estão enfrentando, além das previsões de que a água pode acabar de vez e em bem pouco tempo. Mas hoje não vamos reportar sobre a situação complicada por que passa a região Sudeste.
O Brasil Post conversou com o engenheiro mecânico Fabio Dugaich que, em plena crise, recebeu a conta de água da Sabesp zerada.
Não, ele e a família não ficaram o mês inteiro sem tomar banho. Dugaich implantou um sistema muito simples de captação e limpeza da água da chuva, e em 17 meses já economizou o equivalente a 17 caminhões pipa de 15 mil litros, em uma casa onde vivem quatro pessoas.
Boa parte do Brasil está sofrendo com as consequências da crise hídrica. A cada dia surgem mais notícias sobre a dificuldade que diversas cidades estão enfrentando, além das previsões de que a água pode acabar de vez e em bem pouco tempo. Mas hoje não vamos reportar sobre a situação complicada por que passa a região Sudeste.
O Brasil Post conversou com o engenheiro mecânico Fabio Dugaich que, em plena crise, recebeu a conta de água da Sabesp zerada.
Não, ele e a família não ficaram o mês inteiro sem tomar banho. Dugaich implantou um sistema muito simples de captação e limpeza da água da chuva, e em 17 meses já economizou o equivalente a 17 caminhões pipa de 15 mil litros, em uma casa onde vivem quatro pessoas.
Tudo começou quando...
Durante suas férias em 2013, Dugaich testou encher uma piscina de plástico de 7,5 litros com água coletada da chuva, por uma tubulação improvisada. A velocidade com que ele conseguiu completar a tarefa foi impressionante: durou apenas três dias. A partir daí, surgiu uma ideia que iria ajudar o bolso do engenheiro e o meio ambiente.
“Eu mesmo arquitetei. O sistema é muito simples, funciona naturalmente por gravidade, não é automatizado. Pode ser montado em qualquer casa”, explica o engenheiro.
A água coletada no sistema é utilizada para praticamente tudo: tomar banho, escovar dentes, lavar roupas, lavar louças. “Substituímos integralmente a água fornecida pela Sabesp, ou seja, só não usamos para cozinhar e ingestão humana e animal, pois a água não é potável. De resto, utilizamos para tudo!”, explica Dugaich.
Resultado? A conta de água da família chegou zerada:
descrever sua reação quando abriu o envelope da conta, Dugaich não esconde a felicidade: “Foi uma sensação de vitória! Tive certeza de que minha família não ficaria sem água numa crise hídrica de qualquer magnitude."
O sistema funciona assim...
Os materiais utilizados no sistema são basicamente: reservatório, bomba elétrica, filtro e tubulações plásticas para a condução da água – todos facilmente encontrados em lojas especializadas em piscinas. Sobre os produtos, ele conta que “são muito acessíveis, não têm restrições de compra e são muito baratos.”
Fábio explica que são quatro passos para o tratamento da água: a coleta, o tratamento biológico, o ajuste do PH e a decantação da sujeira. Os processos podem parecer um pouco complicados, mas o engenheiro garante: nada é impossível na prática.
Fábio explica que são quatro passos para o tratamento da água: a coleta, o tratamento biológico, o ajuste do PH e a decantação da sujeira. Os processos podem parecer um pouco complicados, mas o engenheiro garante: nada é impossível na prática.
Para se ter ideia do rendimento, em uma única chuva forte e persistente, Fábio consegue coletar cerca de 4.574 litros. Isso corresponde, para uma família de quatro pessoas como a dele, água para 11 dias.
Detalhe: a estrutura de coleta de Dugaich ocupa apenas cerca de 37% do telhado da casa. “Imagine se utilizássemos a metragem total? Forneceríamos água até para dois de nossos vizinhos!”
O custo total para construir o sistema foi de aproximadamente R$ 2.100. No oitavo mês, o dinheiro economizado pela família já havia pago o investimento.
Já são 17 meses com a nova solução. O engenheiro estima que tenha poupado nesse período, em média, 255 mil litros de água.
Alguma dúvida de que o investimento compensa? Veja fotos da reforma de Dugaich:




















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